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Pesquisa Genealógica · Sergipe · Séculos XVIII–XXI

A Família Prata

Da história que Isaltino contava — reacendida por sua filha Maria Helena — ao registro de cartório: sete gerações reconstruídas documento a documento.
Pesquisador: Ricardo Prata Fontes Origem da curiosidade: o interesse de Maria Helena Prata Lessa Fontes: FamilySearch · Acervo TJSE
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📖 A História da Pesquisa

De uma conversa de família a uma linhagem de sete gerações.

Tudo começou com um comentário. Foi Maria Helena Dias Prata — nome de solteira; hoje Maria Helena Prata Lessa — quem reacendeu a curiosidade da família, trazendo de volta a história que seu pai, Isaltino, sempre contava: a de que havia um Coronel Prata na família — um tio-avô. Era o tipo de memória que atravessa gerações à mesa — meio orgulho, meio lenda — a ideia de que o sangue da família se cruzava, em algum ponto do passado sergipano, com o de um coronel importante. Ninguém tinha um papel para provar. Havia a palavra do avô, o comentário de uma filha, e a curiosidade de Ricardo.

A família reuniu o que guardava: nomes, datas, cidades. Isaltino, nascido em 22 de setembro de 1925, em Lagarto, filho de Juvenal Prata dos Passos e Philomena Olympia das Virgens. Acima de Juvenal, o nevoeiro — os pais dele, apenas nomes soltos numa geração que ninguém alcançava. Era ali, exatamente naquele ponto cego, que a tradição do tio-avô teria de ser confirmada ou desfeita. E foi ali que Ricardo decidiu cavar.

O primeiro caminho fechado

A aposta inicial parecia óbvia: o pai de Juvenal seria irmão do Coronel. O Acervo do Tribunal de Justiça de Sergipe foi vasculhado — não uma, mas três vezes. Nada. Os inventários de Lagarto do século XIX existem em papel, jamais catalogados, invisíveis a qualquer busca eletrônica. O TJSE silenciou. Em vez de desistir, a investigação apenas mudou de porta: migrou para onde a Igreja registrara tudo, casamento por casamento, batismo por batismo — o FamilySearch.

Foi aí que a pesquisa virou ofício. Ricardo aprendeu a ler os livros paroquiais como um escrivão do século XIX — e descobriu que cada volume tem um índice de nomes por página. O que parecia um garimpo cego de milhares de imagens transformou-se num caminho navegável: era possível procurar um nome e cair no assento certo. A paciência de folhear encontrou, enfim, um método.

O documento que virou tudo do avesso

O casamento de 1916 chegou com uma surpresa que quase encerrou tudo: o pai de Juvenal não era um Rocha Prata — era Felisberto José dos Passos, de outra família inteiramente. A hipótese do irmão do Coronel desmoronou de uma vez. Mas na mesma linha do assento, discreto, estava o nome da mãe de Juvenal: Genoveva Maria Prata. O sobrenome que importava não vinha do pai. Vinha dela.

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O assento de 25 de maio de 1916, na Matriz de Estância. É aqui que Genoveva aparece — «filho legítimo de Felisberto José dos Passos e Genoveva Maria Prata» — e a pesquisa vira do avesso. Anos depois, relido por inteiro, o mesmo documento entregaria também os pais da noiva e a frase «dispensados do impedimento de consanguinidade».
O "Prata" viajava pelas mulheres. O Coronel Felisberto herdara-o da mãe, Eduvirgens da Rocha Prata. Juvenal herdara-o da mãe, Genoveva. A mesma mecânica, uma geração depois — e foi essa virada de olhar que reabriu o caminho.

O tronco comum

Seguir Genoveva para cima levou a um nome com patente: Capitão Antônio Francisco de Souza Prata, nascido em 1790 — o homem em quem, por volta de 1845, o próprio sobrenome "Prata" nasceu. Três documentos, um sobre o outro, ergueram a coluna inteira: o casamento de 1832 provou que Joanna Luduvina era filha do Capitão; o de 1860 provou que um filho de Joanna era o Coronel José Antônio de Souza Prata (1837–1912); e o de 1876, numa folha desbotada marcada "Volume em Mal Estado", nomeou Genoveva como filha de Manoel Dias de Sousa e Joanna.

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O «Volume em Mal Estado» — a folha de 1876, rasgada e desbotada, que quase se perdeu. No índice da margem direita lê-se «Felisberto J. dos Passos e Genoveva da Piedade»; no corpo, apesar do desgaste, sobrevive a linha que ancora a família inteira: filha legítima de Manoel Dias de Sousa e Joanna.
O casamento de 1876 foi a pedra de fecho. Com ele, a linha inteira do tronco Prata — Isaltino ← Juvenal ← Genoveva ← Manoel e Joanna ← Capitão Souza Prata — ficou ancorada em registro original, geração por geração. Não é mais indício. É o que o cartório diz, textualmente.

O tio-avô, enfim

A conta se fez sozinha. Genoveva, avó de Isaltino, tinha um irmão coronel de sobrenome Prata: José Antônio — Tenente-Coronel da Guarda Nacional e figura política de Simão Dias. Irmão da avó é, ao pé da letra, tio-avô. O avô não inventara nada. Sua memória apenas comprimira dois parentes reais numa frase: trocou o primeiro nome, José Antônio pelo Felisberto — o outro Coronel Prata, mais famoso, primo de Genoveva e pai do médico e escritor Ranulpho Prata. O espírito da tradição estava certíssimo; o cartório só ajustou o nome.

O inventário que tirou o Coronel da lenda

Havia ainda uma distância entre o que a família dizia e o que o Estado registrava. A tradição falava em Coronel; os assentos de casamento provavam o parentesco, mas não a patente. Ela veio de outro lugar: do inventário aberto em 18 de outubro de 1912, no Juízo Municipal e de Órfãos de Simão Dias, quando José Antônio morreu. Ali, na letra do escrivão, ele não é «o coronel de que o avô falava» — é o Tenente-Coronel José Antônio de Souza Prata, com bens a partilhar e herdeiros a nomear. A patente saiu da mesa de jantar e entrou no cartório.

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A abertura do inventário, 18 de outubro de 1912. Juízo Municipal e de Órfãos de Simão Dias — que entre 1890 e 1938 se chamou Anápolis. É este papel que transforma a patente de memória oral em registro público.

E o inventário deu mais do que se pedia. O Título de Herdeiros nomeia, um a um, os filhos do Tenente-Coronel: Lavínia, casada com o Cel. Pedro Freire de Carvalho; José Cupertino; Agrippino; Anna, casada com Francisco da Cruz Andrade; Maria da Conceição; Amélia; Francisco; o Dr. Sebastião; Mariana Prata Hora; Manoel; e Silvina — estes dois últimos já falecidos, representados pelos filhos. Onze ao todo. A lista continua nos netos — encabeçada pelo Doutor Gervásio de Carvalho Prata, que viria a ser desembargador em Sergipe. Numa folha só, três gerações da família aparecem com nome, estado civil e parentesco declarado.

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O Título de Herdeiros. Dez filhos numerados nesta folha; o inventário nomeia ainda uma décima-primeira, Silvina, já falecida, na página dos netos — onze ao todo. A leitura paleográfica é nossa e alguns nomes ainda pedem revisão, mas a estrutura da família está toda aqui. Esta única folha aparece hoje na ficha de cada um dos herdeiros catalogados neste site.

Escondida na lista, há uma coincidência que vale registrar. Mariana, filha do Tenente-Coronel, casou-se com Alcino de Vasconcellos Hora. E o outro Coronel Prata, Felisberto, casara-se em 1883 com Anna de Vasconcelos Hora. Os dois ramos Prata buscavam esposas na mesma família Hora — o que, no interior sergipano do século XIX, costuma indicar vizinhança, negócio comum ou parentesco anterior. Não prova nada por si só. Mas é exatamente o tipo de fio que, puxado com calma, costuma levar a algum lugar.

Nada disso teria vindo à luz sozinho. Entre o TJSE varrido três vezes, os livros paroquiais lidos folha a folha e os documentos-prova baixados um a um, houve um empenho pessoal e teimoso: o de Ricardo Prata, o neto que se recusou a deixar a história do avô morrer como lenda.

E é preciso dizer com clareza de onde isto veio: Ricardo não é historiador nem genealogista — não teve formação para isto e não trabalha com isto. É um entusiasta. O que ele fez foi juntar duas coisas: a curiosidade sobre a própria família e as ferramentas de inteligência artificial, que hoje permitem varrer acervos paroquiais digitalizados, hemerotecas universitárias e registros públicos em uma fração do tempo que isso levaria há dez anos. A IA leu caligrafia do século XIX, cruzou índices, encontrou o que procurar e — não menos importante — disse com todas as letras quando não encontrou.

O resultado é este arquivo aberto. E ele está longe de terminado: faltam os nomes de mais de quinze tios do lado paterno, faltam datas, faltam rostos, faltam histórias que só existem na memória de quem viveu. Nada daria mais alegria a este projeto do que a família inteira participar — corrigindo o que estiver errado, mandando uma fotografia guardada numa gaveta, lembrando o nome de um bisavô. A árvore é de todos; esta página é só o lugar onde ela mora.

Uma curiosidade que fica em aberto: conta-se que a família se liga ao ramo do Hospital de Amor de Barretos — o que dependeria de Eduvirgens (mãe do Coronel Felisberto) ser irmã de Joanna. Essa filiação só existe em árvore de usuário, inserida entre 2018 e 2021, sem nenhuma fonte anexada. Não é o alvo desta pesquisa, cujo coração é a linha central da família; fica aqui apenas registrada com honestidade. O tio-avô Coronel Prata está provado — via José Antônio, irmão de Genoveva. Já o parentesco com Felisberto, Ranulpho e Barretos segue plausível e não documentado.
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O batismo de 1925, assento nº 689 da Matriz de Lagarto. O nome vem grafado com Z — «baptizei solemnemente à Izaltino, nascido no povoado Sant'Antonio» — e é ele que prova a filiação a Juvenal e Philomena. Foi o documento que sustentou toda a reconstrução para cima.

Os dois avôs eram primos

Enquanto a linha materna se abria para trás, a pesquisa esbarrou em algo que ninguém tinha ido conferir: os dois avôs de Ricardo eram primos carnais. Isaltino, o avô materno, e Artulino Fontes Júnior, o avô paterno, nasceram de duas irmãs — Philomena Olympia das Virgens e Laurinda, filhas de Rozendo Macario de Sant'Anna e Maria Olympia das Virgens. Os pais dessas duas irmãs estão em documento, nomeados no casamento de 1916. Falta apenas o assento que prenda Laurinda a esse casal — provavelmente no livro de Lagarto de 1917 a 1928, que está digitalizado e ainda não foi lido folha a folha.

O efeito disso é que os pais de Ricardo, Haroldo e Maria Heloiza, são primos de terceiro grau (na conta da Igreja, como a família usa): os dois descendem do mesmo casal de Lagarto. A família que se juntou em Salvador nos anos 1970 já vinha, sem saber, do mesmo ponto do mapa duas gerações antes. Não é raro no sertão sergipano — casamentos entre primos eram a regra, não a exceção, e o próprio assento de 1916 traz a fórmula «dispensados do impedimento de consanguinidade». Mas é o tipo de simetria que ninguém enxerga de dentro, e que só aparece quando a árvore inteira é desenhada.

O lado que ainda está no escuro

Se a linha Prata está provada elo a elo, a linha Fontes é o oposto: é onde a pesquisa bate na parede. Haroldo Araújo Fontes, pai de Ricardo, nasceu em Lagarto em 12 de junho de 1952 — a mesma cidade do tronco Prata. Seu pai, Artulino Júnior, casou-se com Marina em 1949; o índice da paróquia de Nossa Senhora da Piedade registra o casal na folha 135v, assento 100, grafado «Artulino Fontes Júnior / Maurina L. de Araújo». Sabemos o livro, a folha e o número. Só não temos a página: os casamentos digitalizados de Lagarto param em outubro de 1946.

O mesmo muro se repete para trás e para os lados. O batismo de Artulino Júnior, nascido em 1927, não existe no acervo digital — os livros de batismo de Lagarto terminam em junho de 1926, e não há volume de 1927 na coleção. Essa busca está esgotada; não é falta de procurar. E há a lacuna maior de todas: Haroldo teve mais de quinze irmãos, nascidos entre os anos 1940 e 1960, e nenhum deles está indexado em base alguma — nem na igreja, nem no registro civil. Por isso nenhum aparece nesta árvore.

Estes nomes não vão sair de um arquivo digital. Vão sair do cartório de Lagarto — ou da memória de quem esteve na casa. Se você é da família Fontes e sabe dizer o nome de um desses irmãos, você tem em mãos uma informação que nenhuma ferramenta encontrou.
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Livro de casamentos de Lagarto, 1832 — folha 155. Entre as testemunhas aparece um Fontes com patente militar, já em Lagarto no início do Império. Não há vínculo provado com Artulino; serve apenas para mostrar que o sobrenome é antigo na cidade — e que o lugar certo de procurar é ali mesmo.

O nome que voltou

Há nesta história uma simetria que nenhum documento previu. Em 1959, na Rua da Frente de Propriá, de frente para o São Francisco, Isaltino abriu a Sorveteria Moderna — e servia ele mesmo as casquinhas, uma a uma, até o negócio fechar no início dos anos 1970. Quase meio século depois, em 2018, o neto que reabriu os livros da família reabriu também a porta: a Gelateria Moderna, em Aracaju, herdou o nome do avô. Ricardo reconstruiu duas coisas ao mesmo tempo — a linhagem e a marca.

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Dentro da Sorveteria Moderna, em Propriá, por volta de 1959. Isaltino à direita, ao lado da batedeira; ao centro, segundo os que reconheceram a foto, sua filha Heloiza — a mãe de Ricardo, ainda menina. A terceira é Fátima, de fora da família. Crédito: José Rocha.
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A Defesa, 20 de fevereiro de 1951. «Lista dos contribuintes para a festa do Bom Jesus dos Navegantes em Propriá». Na coluna da direita, destacado, IZALTINO JOSÉ PRATA — com Z, a mesma grafia do batismo de 1925 — com Cr$ 20,00. No alto da lista, com 500,00, está Agnelo Vasconcelos Torres, o presidente da Associação Comercial.
Sete gerações. De um capitão nascido no Brasil colônia, em 1790, até os netos nascidos em Salvador entre 1979 e 1984. A distância que a memória de um homem atravessou de boca em boca, a pesquisa de seu neto reconstruiu documento a documento. Isaltino estava certo — e agora está no papel.

🌳 Árvore Genealógica Completa

Todas as pessoas catalogadas, organizadas por geração. Cada slot de foto pode receber um retrato da pessoa.
Vínculo comprovado por registro original Vínculo apenas em árvore (a confirmar) Informação de família
Ver os parentescos a partir de Escolha alguém e a árvore inteira se renomeia em relação a essa pessoa.
O que significam as cores

Cada pessoa traz uma etiqueta dizendo de onde veio a informação. É a regra desta árvore: nada é apresentado como certo sem que se possa conferir.

DocumentadoExiste o papel: certidão, batismo, casamento, inventário. Dá para conferir na fonte.
A confirmarAparece em árvore de outra pessoa ou em site de genealogia, mas ninguém anexou documento ainda.
Contado pela famíliaVeio da memória de quem viveu. Vale muito — e não é a mesma coisa que um registro.
Arraste para mover · Ctrl + rolagem aproxima · clique numa pessoa · volta ao início
Elo em amarelo: a ligação entre Eduvirgens (mãe do Coronel Felisberto) e o Capitão Souza Prata — que conecta esta família ao ramo do Hospital de Amor de Barretos — é a única que permanece apenas em árvore de usuário, sem fonte anexada. Todo o restante da linha central está ancorado em registro original.

Quer que seu nome fique nesta história?

Você não precisa de conta para nada aqui — pode ler tudo, mandar foto e deixar recado sem se cadastrar. Mas com uma conta acontece uma coisa que não acontece sem ela:
1
Seu nome fica junto do que você contou Na ficha da pessoa aparece «esta informação chegou pela família: contada por você» — e fica lá para os seus netos lerem.
2
Não precisa se apresentar toda vez Mandou uma foto hoje e outra no mês que vem? Já sabemos quem é você.
3
Em breve: corrigir direto Uma data errada, um nome trocado — quem tem conta vai poder consertar na hora, com a alteração assinada.
Já tem conta?

📋 Pessoas Catalogadas

Anos de vida, papel na família e o status documental de cada vínculo. Clique nos cabeçalhos para ordenar; use os filtros para separar prova de hipótese.

👤 Personagens Principais

Quem foram, o que fizeram e por onde viveram — o que a pesquisa levantou sobre cada figura central da história. Cada ficha distingue o que é registro original do que vem de árvore de usuário ou de fonte histórica.

🗃️ Acervo da Família

Fotografias e documentos que pertencem à história da família como um todo — jornais da época, retratos de grupo, papéis de cartório. Nem tudo é de uma pessoa só.

Você tem uma foto ou um papel antigo em casa?

Retrato de casamento, certidão, carta, recorte de jornal, foto de grupo que ninguém sabe mais quem é. Tudo cabe aqui — e às vezes é justamente a foto sem legenda que alguém da família reconhece.

📍 Onde estão os originais

Nem tudo está digitalizado. Estes documentos existem em papel, e sabemos exatamente onde — folha e número de assento. Ficam registrados aqui para quem puder ir pessoalmente ou escrever ao arquivo.
DocumentoOnde estáReferência exataSituação
Casamento de Artulino Fontes Júnior e Maurina L. de Araújo
avós paternos de Ricardo · 1949
Paróquia de Nossa Senhora da Piedade
Lagarto – SE
Folha 135v, assento 100
livro de casamentos de 1949
Só o índice
Os livros digitalizados param em out/1946. O índice que localiza o assento está no ARK 3:1:S3HT-62T9-PYL, imagem 266. Nomearia os pais dos dois noivos.
Casamento do Cel. José Antônio de Souza Prata e Constância Maria do Sacramento
1860
Paróquia de Santana
Simão Dias – SE
registro ARK 1:1:6PVM-27HN
imagem 3:1:S3HY-X499-HJ9
Imagem restrita
O custódio bloqueou a visualização; existe apenas o índice.
Inventários de Lagarto do século XIX
incluindo o do Capitão Souza Prata
Acervo do Tribunal de Justiça de Sergipe sem catalogação Nunca catalogados
Existem em papel, invisíveis a qualquer busca eletrônica. Foram procurados três vezes sem sucesso.
Batismo de Artulino Fontes Júnior
avô paterno de Ricardo · 1927
Paróquia de N. Sra. da Piedade ou Cartório de Registro Civil
Lagarto – SE
ano de 1927 Fora do acervo digital
Os livros de batismo digitalizados de Lagarto terminam em junho de 1926; não existe livro de 1927 na coleção. Busca esgotada — só em papel.
Os irmãos de Haroldo
mais de quinze, anos 1940–1960
Cartório de Registro Civil
Lagarto – SE
nascimentos 1940–1965, filhos de Artulino Fontes Júnior e Marina Fora de qualquer base
Varrido sem resultado no acervo da Igreja Católica de Sergipe e no Registro Civil (1866–2021). Nenhum indexado. É uma geração inteira do lado paterno que só existe em cartório e na memória da família.
Anúncio da Panificação Cruzeiro do Sul
de Isaltino · 05/02/1956
Hemeroteca da UFS
jornaisdesergipe.ufs.br
A Defesa, 05/02/1956, p. 5 Disponível on-line
Localizado e transcrito; a imagem ainda não foi capturada para este acervo.

Qualquer pessoa da família pode destravar um destes

Estes documentos existem em papel e sabemos exatamente onde estão — folha, número de assento, cidade. Se você mora perto de um destes arquivos, ou conhece alguém que more, uma visita pode valer mais que meses de busca digital. Com a referência em mãos, um cartório ou paróquia costuma localizar o documento rapidamente. E se você já tem em casa algum papel antigo da família — certidão, escritura, carta, recorte de jornal —, ele também cabe aqui.

💬 Deixe seu recado

Uma lembrança, uma pergunta, um «passei por aqui». O recado é para mensagensaparece na hora, com o seu nome. Para corrigir uma data, um lugar ou um parentesco de alguém, abra a ficha da pessoa e use «✏️ Corrigir ou completar os dados» — assim a correção entra no lugar certo da árvore.